Esta resenha de ideias e desabafos já deveria ter aparecido neste mundo virtual há mais tempo, mas a verdade é que apareceu sempre algo a interferir. Pois bem... CHEGA!
Pela mão do Ilustre Fernando Ferreira Alves, tive o privilégio e a honra de estar presente num evento que juntou mentes brilhantes. Ouvi testemunhos fantásticos, experiências admiráveis e pude, por momentos, sorver da vivência de pessoas e profissionais geniais. Os nomes que aqui deveria colocar são mais, mas apenas escolho 3: a dupla-maravilha Danilo Nogueira & Kelly Semolini e a incrível Chris Durban. Falaram de dados concretos e não de saber livresco; expuseram situações reais e não cenários hipotéticos; ajudaram todos a chegar às suas conclusões – cada um à sua maneira.
Aos primeiros dois agradeço pela lufada de ar fresco: sempre olhada de soslaio por ter um sentido de humor… original, fiquei aliviada por ver que não sou a única a considerar que se pode ser um profissional sério, mas trabalhar bem disposto!
A Chris Durban, agradeço a dedicatória no meu livro e as dicas. Ao que parece não tenho errado por muito, mas tenho de me tornar menos invisível.
A todos os que na Universidade do Minho tiveram a palavra, o meu sincero obrigada – contribuíram para dar esperança a uma tradutora que se começava a sentir menos iluminada. Também estou certa de que os alunos de tradução presentes se sentiram com ainda mais força e inspiração para enveredarem por este espinhoso e trabalhoso, mas igualmente interessante e aliciante, universo da tradução!